Olá a todos, depois de todo este tempo ausente decidi voltar a blogar.
Aqui têm o meu novo blog acabadinho de sair do forno. Espero que gostem :)
De coração nas mãos
segunda-feira, novembro 10, 2014
sábado, fevereiro 13, 2010
Welcome Madalena

Íris,
Hoje nasceu a Madalena. A sobrinha do titi Lu, já tens mais uma primita;)
A Madalena virou-se já há umas semanas e devia andar ansiosa para nos brindar com a sua presença. Nasceu hoje, disseram-me que é grande, e será linda como a mamã, de certeza.
Já dentro da barriguinha da mamã dava sinais de grande energia e vitalidade. E, agora, estamos ansiosos para a ver e abraçar e mimar muito.
Decidiu nascer no mesmo dia do que as duas manas gémeas, a marota. Parabéns ao papá Carlos e à mamã Paula. E, agora, todo um mundo cheio de amor, da nossa parte, fará parte da sua vida também, tal como ela das nossas.
[foto de autor desconhecido, espero em breve ter uma da Madalena;)]
terça-feira, janeiro 05, 2010
Os três Reis Magos

Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.Perceberam que nascera um novo rei e foram até ele.
Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém. Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?
Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.
Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.
Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho.
José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.
Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono. Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.
As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais.
Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa.
Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.
Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém. Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?
Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.
Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.
Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho.
José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.
Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono. Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.
As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais.
Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa.
Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.
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Dias Festivos,
histÓrias
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Íris, you're my 2009 Star
Íris,
Neste ano de 2009 tu foste o que de melhor aconteceu nele. Obrigada por encheres as nossas vidas com magia.
O nosso amor por ti é infinito, minha flor.Dizemos adeus a 2009 e escreveremos novas páginas e sorrisos em 2010. Tudo ao teu ritmo, não te apresses. Pois a vida só é bela se for vivido cada momento no seu tempo.

FELIZ ANO NOVO!
quarta-feira, novembro 04, 2009
Fábulas
As fábulas são conhecidas como uma porta para o universo encantado que termina com uma moral no final.
Deixo-vos aqui uma janela para ler, ouvir e/ou escutarem algumas das fábulas mais conhecidas, realizarem actividades, enviarem desenhos que as ilustrem;)
A Cigarra e a Formiga - Jean de La Fontaine

Num dia soalheiro de Verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga passou por perto. Vinha afadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro.
- Por que não ficas aqui a conversar um pouco comigo, em vez de te afadigares tanto? – Perguntou-lhe a Cigarra.
- Preciso de arrecadar comida para o Inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho-te a fazeres o mesmo.
- Por que me hei-de preocupar com o Inverno? Comida não nos falta... – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu, continuou o seu trabalho e foi-se embora.
- Por que não ficas aqui a conversar um pouco comigo, em vez de te afadigares tanto? – Perguntou-lhe a Cigarra.
- Preciso de arrecadar comida para o Inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho-te a fazeres o mesmo.
- Por que me hei-de preocupar com o Inverno? Comida não nos falta... – respondeu a Cigarra, olhando em redor.
A Formiga não respondeu, continuou o seu trabalho e foi-se embora.
Quando o Inverno chegou, a Cigarra não tinha nada para comer. No entanto, viu que as Formigas tinham muita comida porque a tinham guardado no Verão. Distribuíam-na diariamente entre si e não tinham fome como ela. A Cigarra compreendeu que tinha feito mal...
Moral da história:
Não penses só em divertir-te. Trabalha e pensa no futuro.
quarta-feira, agosto 05, 2009
Bem-vinda Íris!
quinta-feira, junho 25, 2009
Íris a sementinha quase em flor
Íris,
A vóvó faz 50 anos hoje, por isso tu terás sempre 30 anos a menos que a tia nOgs e 50 que a vóvó Augusta.
Hoje ela contou-me que tu estás cada vez maior e que agora andas muito bem sentada e ainda não te apetece virar para a posição de nascimento. Já me fazes rir e sorrir mesmo antes de chegares. Imaginando-te aí bem confortável da vida a dizer: Não, não mudo. Estou bem aqui assim:)

Não tenhas medo, estamos todos ansiosos e tão, tão felizes com a tua chegada!
A minha prenda para ti hoje:
quarta-feira, junho 17, 2009
Ser feliz
sexta-feira, junho 05, 2009
Um bilhete para o mundo encantado

Íris,
Um dos maiores prazeres e jardins da vida é a leitura. E eu espero ler-te e contar-te muitas histórias.
Num dos livros dos “meus meninos” a Maria escreveu:
Quando as histórias me agradam, gosto de as ler outra vez.
Para mim, ler é uma aventura. Deixamos de estar onde nos encontramos para poder estar em outros lugares. Ler é sentir ambientes novos, é voar sem asas, é viajar sem ter de pagar bilhete.

Hoje ofereço-te a viagem pelo mundo encantado dos Contos de Perrault
Um dos maiores prazeres e jardins da vida é a leitura. E eu espero ler-te e contar-te muitas histórias.
Num dos livros dos “meus meninos” a Maria escreveu:
Quando as histórias me agradam, gosto de as ler outra vez.
Para mim, ler é uma aventura. Deixamos de estar onde nos encontramos para poder estar em outros lugares. Ler é sentir ambientes novos, é voar sem asas, é viajar sem ter de pagar bilhete.

Hoje ofereço-te a viagem pelo mundo encantado dos Contos de Perrault
terça-feira, maio 26, 2009
[amar] Íris
Amar não é olharmos um para o outro, é olharmos juntos na mesma direcção...

[Antoine de Saint-Exupéry]
Íris,
Um dos livros que te quero oferecer é um dos livros da minha vida, deste autor. Para que nunca deixes de olhar com o coração de uma criança.
Falo do "Principezinho", claro está:)
Deixo-te aqui um resumo:
A história é narrada com base num diálogo entre o narrador e o Príncipezinho. O narrador "descobre-se" preso no deserto do Sahara, onde conhece um ser extraterrestre, uma criança que é príncipe.
O Príncipezinho vem de um minúsculo asteroíde designado B612. Neste asteroíde só existem três vulcões (um deles extinto), uma rosa e embondeiros. Os embondeiros têm longas raizes que crescem rapidamente, e para "manter" o seu asteroíde o Príncipezinho arranca todas as manhãs os pés de embondeiros para os impedir de destruírem o seu pequeno mundo.A rosa, o Príncipezinho trata com muito cuidado, já que a considera como sendo a coisa mais amorosa e rara do universo. Curioso em saber o que poderá existir noutros locais, decide explorar outros asteroídes. Visita vários, cada um deles com um habitante adulto que se revela "louco" à sua maneira.
Conhece um rei que acredita governar as estrelas. Diz às estrelas para onde se devem dirigir, e consoante descrevem o seu trajecto celestial, congratula-se pois aquela é o caminho que ele havia escolhido.Então o Príncipezinho encontra-se com um homem vaidoso, que só deseja ser admirado, mas que vive completamente sozinho no seu asteroíde.
Em seguida conhece um bêbado, que bebe para esquecer; mas o que tenta esquecer é a vergonha de beber. Conhece um homem de negócios, que pensa ser tão imensamente rico que acredita ser dono das próprias estrelas. De facto, passa todos os seus dias a contar as estrelas para ver se possui bastante riqueza para comprar mais estrelas.
O asteroíde seguinte é habitado por um pobre acendedor de candeiros que deveria ser admirado pela sua própria loucura porque insiste numa tarefa impossível: o seu asteroíde habitualmente girava a uma velocidade normal e o seu trabalho era acender o candeiro ao anoitecer. Agora o asteroíde completa a rotação num minuto e o acendedor de candeiros não tem descanso, mas é cumpridor da sua tarefa.
O príncipezinho encontra depois um geógrafo que desenha mapas durante todo o dia, mas que nunca saiu do seu asteóíde para explorar. O geógrafo pergunta-lhe onde vive e o Príncipezinho descreve-lhe o seu lar e a sua rosa com muito orgulho. Fica chocado pela falta de interesse do geógrafo no seu relato, porque as plantas são seres temporários e a rosa vai morrer um dia. O príncipezinho fica desolado ao saber que a sua querida rosa não vai durar para sempre. O geógrafo sugere-lhe que visite a Terra, e fica novamente melancólico ao avistar uma cerca de roseiras. Pensava até então que a sua rosa era a única no universo.
Conhece então uma raposa que o ensina a compreender que a sua rosa é única e especial porque é a que ama. Depois de contar ao narrador as suas viagens, o Príncipezinho pede-lhe que lhe desenhe uma ovelha para ficar a conhecer o seu aspecto. Mas o narrador não lhe fez a vontade, apena desenhou uma jibóia com uma presa no seu interior.
O príncipezinho queixa-se que não lhe pediu o desenho de um elefante, deixando o narrador intrigado até perceber então que o Príncipezinho consegue ver o interior do estomâgo da jibóia. Então o narrador pensa profundamente e desenha uma caixa. Isto deixa o Príncipezinho encantado, já que consegue ver a ovelha no interior da caixa.
O Príncipezinho quer regressar ao seu asteróide para ver a sua rosa e garantir que os embondeiros estão sob controlo. Conhece uma cobra que lhe dz que tem o poder para o fazer regressar, mas apenas se conseguir morder o Príncipezinho. Assim o permite o Príncipezinho, e de manhã quando o narrador acorda, o corpo havia desaparecido.
domingo, maio 17, 2009
vOar
sexta-feira, maio 08, 2009
Dança

Quando começares a andar, depressa quererei ver-te correr para os meus braços. Quero partilhar sorrisos contigo, brincar de esconde-esconde. Mostrar-te como é bom sonhar e voar.
Hoje começo as aulas de dança do ventre... sempre me expressei com o corpo e a dança brota de mim.
E enquanto tu continuas a crescer dentro da barriga da mamã o meu amor por ti também vai crescendo como os sublimes movimentos de uma dança de boas-vindas.
E se quiseres, um dia, também te vou ensinar a dançar, ÍriS.
quarta-feira, maio 06, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
Feliz Dia de Sant Jordi, Íris!

Neste dia de rosas e livros, tu és o meu amOr preferido, ÍriS!

Feliz dia de São Jordi!
segunda-feira, abril 20, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
fOr ÍriS
terça-feira, abril 07, 2009
terça-feira, março 31, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
segunda-feira, março 16, 2009
jUst rememBer

And you haven't got a friend
Just remember that death is not the end
And all that you held sacred
Falls down and does not mend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end
When you're standing on the crossroads
That you cannot comprehend
Just remember that death is not the end
And all your dreams have vanished
And you don't know what's up the bend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end
When the storm clouds gather round you
And heavy rains descend
Just remember that death is not the end
And there's no-one there to comfort you
With a helping hand to lend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end
For the tree of life is growing
Where the spirit never dies
And the bright light of salvation
Up in dark and empty skies
When the cities are on fire
With the burning flesh of men
Just remember that death is not the end
When you search in vain to find
Some law-abiding citizen
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end.
JUst rememBer, that I’m heRe for yOu...
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